segunda-feira, 2 de junho de 2014

poesia de um fim de tarde é o céu alaranjado, acinzentado, avermelhado.

Na poesia de um fim de tarde...
Não sei porque, mas tardes de domingo sempre me dão uma tristeza; pequena e singela mas é tristeza. Bate também uma saudade. Não sei de quem nem de onde.
Deve ser coisas de outra vida. De outros "eu" que fui.

E só pra constar, isso não tem nenhuma relação com o fato de amanhã ser segunda feira.

                                                                 (foto- Arlan Souza, arquivo pessoal)


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